
“Num mundo em mudança, o pior que podemos fazer pelo País é mantermo-nos parados e fazer de conta que nada acontece.”
Foi esta uma das grandes ideias que retirei da reunião que o Secretário-Geral do meu partido teve conosco, militantes base.
Com duas horas de atraso devido a uma gripe que atacou o SG, era grande a ansiedade que levou as centenas de militantes a aguardarem pela discussão em torno da Reforma Laboral, instrumento fundamental para o progresso de Portugal.
Num país em que alguns Sindicatos se dedicam à política, sendo braços políticos de alguns partidos, é preciso desmistificar o seu pretenso papel na defesa dos seus associados e posicionar as suas estratéginas no campo da estratégia política e fora da estratégia da defesa laboral.
Será que o trabalho hoje em dia deve e pode ser visto como era visto há 30 anos, em que por exemplo, não haviam pura e simplesmente, tecnologia de ponta “barata” e banalizada como por exemplo, telemóveis e computadores ?
Será que a qualidade de vida e o desenvolvimento não devem também traduzir-se também em mudanças laborais?
Afinal de contas, quem quer que tudo fique como está ou retroceda?